POETA NÃO SOU 67
ENTARDECER
Pouco tenho,
Para te dar.
Tenho uma flor.
Leva ela
Todo o meu,
Possivel amor.
Não te lamentes,
Nem fiques angustiada.
Não mereço nada.
Sabes,
Que o que quero de ti,
Não me podes dar.
Dar-te-ei muitas flores.
Te daria
Todo o meu amor.
2013
JC
sábado, 27 de agosto de 2016
POETA NÃO SOU 66
COM MEDO
Tenho medo
Do futuro,
Que não existe.
Tenho medo,
De sonhar,
Que caminho na praia
De narinas prenhes
De maresia.
Tenho de acordar
E verificar
A dura realidade,
Da distante dfelicidade.
Não tenho medo,
Porque o medo não existe.
Vou sonhando,
Que um dia me encontrarei
Amando, muito amando.
2013
JC
COM MEDO
Tenho medo
Do futuro,
Que não existe.
Tenho medo,
De sonhar,
Que caminho na praia
De narinas prenhes
De maresia.
Tenho de acordar
E verificar
A dura realidade,
Da distante dfelicidade.
Não tenho medo,
Porque o medo não existe.
Vou sonhando,
Que um dia me encontrarei
Amando, muito amando.
2013
JC
POETA NÃO SOU 65
JOIA DA ZAHARA
Ai menina dos olhos tristes,
Um amor não encontrado,
Não a deixa viver,
Não a deixa sorrir.
Uma noite,
Um rouxinol encantado,
Ao ouvido lhe veio cantar.
E a fez sonhar.
O seu principe encantado
Já estava a chegar.
O rouxinol lhe deixou
Um feitiço Amoroso.
Para o conseguir
E o seu amor encontrar,
Da aurora ao entardecer,
Todo o dia devia sorrir
Sem poder esmorecer.
E o seu Amor vai chegar.
2012
JC
( à guapa de pontevedra)
JOIA DA ZAHARA
Ai menina dos olhos tristes,
Um amor não encontrado,
Não a deixa viver,
Não a deixa sorrir.
Uma noite,
Um rouxinol encantado,
Ao ouvido lhe veio cantar.
E a fez sonhar.
O seu principe encantado
Já estava a chegar.
O rouxinol lhe deixou
Um feitiço Amoroso.
Para o conseguir
E o seu amor encontrar,
Da aurora ao entardecer,
Todo o dia devia sorrir
Sem poder esmorecer.
E o seu Amor vai chegar.
2012
JC
( à guapa de pontevedra)
POETA NÃO SOU 64
CIUMES
Ciume por não estar,
Por não te ver,
Por não te mimar,
Por não beber
Teu odor.
Não é ciume.
É ausência.
Mimar teu corpo,
Desnudo,
Nesse lugar de magia,
Para te amar
De luar e mar.
Teu corpo ainda mais
belo,
Reflexa o luar.
A espuma do mar,
Escorrida no teu corpo
È unguento que lava
A alma e a dor,
E incendeia o Amor.
Alguem gritou: tá louco
E o levou,
Eternamente apaixonado.
2013
JC
CIUMES
Ciume por não estar,
Por não te ver,
Por não te mimar,
Por não beber
Teu odor.
Não é ciume.
É ausência.
Mimar teu corpo,
Desnudo,
Nesse lugar de magia,
Para te amar
De luar e mar.
Teu corpo ainda mais
belo,
Reflexa o luar.
A espuma do mar,
Escorrida no teu corpo
È unguento que lava
A alma e a dor,
E incendeia o Amor.
Alguem gritou: tá louco
E o levou,
Eternamente apaixonado.
2013
JC
sexta-feira, 19 de agosto de 2016
DOGMAS E FALACIAS
NOVA JERUSALEM
NOVA JERUSALEM
Consumada a criação do novo santuário - Roma, que não com a grandeza imperial dos cesares, havia que levar esta decisão politico-financeira ao mais intimo do Ser Humano e destruir os seus conceitos e crenças religiosas. No fundo a sua " fé " que tambem já a tinham.
Da adoração das divindades, cada uma para cada actividade da vida , ate ao uso de amuletos, talvez mais antigos.
Os amuletos eram objectos portáteis a que supersticiosamente se atribuiam virtudes sobrenaturais, sendo objectos achados na natureza. Os amuletos eram conhecidos e usados por egiptios e judeus.
Ate aos altares familiares, que alguns lares Romanos e não só, tinham em casa, onde pediam boas aventuranças ao suposto deus, dito pagão mais tarde pela igreja católica e em que cada familia acreditava e sobre cujo altar, a familia se reunia e unia.
No fundo tudo tem a ver com o mesmo : O Ser Humano tem necessidade de acreditar em influencias que lhe são estranhas, mas não superiores e havia que destruir toda a crença antiga ou seja, a rotulada crença pagã. Não podia haver concorrência nas ofertas e dadivas para a igreja.
No entanto houve necessidade de criação de locais de culto não só para substituir os antigos mas tambem para haver em cada terra centros de colheita de esmolas e outras dadivas.
Cada população passou a ter uma igreja, capelas e capelinhas publicas onde se podiam assitir aos actos religiosos e serem controladas.Quem não assistia não era boa gente nem digno de ser filho daquele deus.
Forçoso seria de referir os egiptios e os seus conceitos e dogmas religiosos, sempre em favor da vida e do dia a dia, podendo-se dizer que os egiptios foram a grande escola da " fé " ocidental.
Porque os crentes ocidentais não tiveram uma unica ideia nova. Todos os conceitos dogmaticos já estavam criados e praticados.
Os egiptios ate tiveram um farao monoteista, que devido à oposição que lhe moveram criou uma nova cidade para adorar o seu deus monoteista em que acreditava.Acabou por ser derrotado no seu ideal.
Se os egiptios eram politeistas-acreditavam em varios deuses, salvo a excepção do farao monoteista em que ele acreditava,
O cristianismo ocidental criou um deus monoteista mas com um sequito de santos para todos os gostos e crenças, supostamente, o deus é monoteista mas depois vem a trindade e o filho e os santos e o espirito santo.
Em cada igreja varios altares que os fieis adoram consoante as suas simpatias ou egoismo.
Dos deuses protectores da vida dos egiptios ate aos santos milagreiros do ocidente vai uma diferença abismal, para pior.
Santos da vida e da morte, quase no mesmo compartimento, santos para darem uma boa vida, mais no céu do que na terra.
E para culminar o quadro fantastico, que nem o Harry Potter faria melhor, um deus a quem rezam ladainhas e fazem pedidos e dão oferendas, mas que se esquece completamente do dia a dia básico de cada SER HUMANO.
19/agosto 2016
JC
POETA NÃO SOU 63
O CANTO
Canta, canta a cigarra.
Porque canta a cigarra?
Aquele vulto negro,
Vagueando no vazio,
Dos pés à cabeça,
De negro.
Visão de inferno negro?
Canta, canta a cigarra.
Porque canta a cigarra?
Aquela gente faminta,
Esquelética Pessoa Humana,
Sem semelhantes,
Que estendam a mão,
E ignoram aquela condição.
Canta, canta a cigarra.
Porque canta a cigarra?
Canta a uma voz,
A voz que ouço cantar,
Na imensidão
Do meu silêncio.
Ouço o inferno negro,
E o irmão faminto.
Repicando na minha solidão.
Ai a sua mão, que não a sinto.
2010
JC
O CANTO
Canta, canta a cigarra.
Porque canta a cigarra?
Aquele vulto negro,
Vagueando no vazio,
Dos pés à cabeça,
De negro.
Visão de inferno negro?
Canta, canta a cigarra.
Porque canta a cigarra?
Aquela gente faminta,
Esquelética Pessoa Humana,
Sem semelhantes,
Que estendam a mão,
E ignoram aquela condição.
Canta, canta a cigarra.
Porque canta a cigarra?
Canta a uma voz,
A voz que ouço cantar,
Na imensidão
Do meu silêncio.
Ouço o inferno negro,
E o irmão faminto.
Repicando na minha solidão.
Ai a sua mão, que não a sinto.
2010
JC
POETA NÃO SOU 62
FINAL
Vou partir.
Vais ouvir:
Faleceu.
Não lamentes,
Nem um instante.
Nem uma flor;
Não merece,
Ser sacrificada.
Não levantes
Uma cruz,
Para não eternizar
Mau calvário.
Nem uma lágrima.
Levo comigo,
O teu sorriso,
O teu olhar verde.
Levo amores perdidos,
Nenhum achado.
Muitos desencontrados.
Adeus sem despedida,
Sem dor.
Fica embalada,
Com a minha serenata:
Não me trates por amor,
Que me aperta o coração;
Se não sou o teu amor
Não me cries essa ilusão.
Se eu fosse o teu amor
Outra vida viveria
Se eu fosse o teu amor
Noite e dia te amaria.
( com musica )
2013
JC
FINAL
Vou partir.
Vais ouvir:
Faleceu.
Não lamentes,
Nem um instante.
Nem uma flor;
Não merece,
Ser sacrificada.
Não levantes
Uma cruz,
Para não eternizar
Mau calvário.
Nem uma lágrima.
Levo comigo,
O teu sorriso,
O teu olhar verde.
Levo amores perdidos,
Nenhum achado.
Muitos desencontrados.
Adeus sem despedida,
Sem dor.
Fica embalada,
Com a minha serenata:
Não me trates por amor,
Que me aperta o coração;
Se não sou o teu amor
Não me cries essa ilusão.
Se eu fosse o teu amor
Outra vida viveria
Se eu fosse o teu amor
Noite e dia te amaria.
( com musica )
2013
JC
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